Ação integrada das polícias Civil e Militar prendem suspeitos do crime “Mercadinho Mota”

As polícias Civil e Militar de Goiás apresentaram na manhã desta terça-feira (12) os suspeitos pela morte do comerciante Realino Vieira da Mota Neto, fato ocorrido em Goianésia no dia cinco de março e que ficou conhecido como “crime do Mercadinho Mota”. A vítima morreu após reagir a uma tentativa de assalto em decorrência de dois disparos feitos pela dupla que, posteriormente, fugiu em uma moto.

Segundo o superintendente de Polícia Judiciária, Ricardo Chueire, a integração entre as diversas forças de segurança do Estado não é uma medida isolada e relativa apenas a esse caso, mas uma determinação do vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, José Eliton, desde que assumiu a pasta, no final de fevereiro.

“As polícias trabalhando juntas permite a elucidação de casos emblemáticos como esse, que causaram grande comoção social. Vimos visto nesse último mês grandes operações conjuntas e que culminaram nas prisões de vários suspeitos”, atesta o superintendente.

De acordo com o subcomandante da Polícia Militar, Coronel Carlos Antônio Borges, as prisões de Paulo Henrique de Jesus Souza, de 21 anos, e Brainner Dias Cordeiro, de 30, é uma resposta à população de Goianésia que esperava pela captura dos acusados.

De acordo com o titular da 15ª Delegacia Regional de Goianésia, Marco Antônio Maia, além dos dois suspeitos apresentados estão detidas outras duas pessoas que teriam participado do latrocínio – roubo seguido de morte. A primeira teria emprestado a arma utilizada pela dupla e a segunda, a moto empregada na fuga dos latrocidas. “Os suspeitos confessaram detalhes da ação criminosa e também que os valores seriam ‘rateados’ entre os quatro detidos”, afirmou o delegado.

As prisões

Brainner Dias Cordeiro foi preso pelo Grupo de Radiopatrulha Aérea (GRAer) da Polícia Militar nesta segunda-feira (11). Paulo Henrique de Jesus Souza foi preso pela Polícia Civil na última quarta-feira (6). Segundo informações das forças de segurança os dois estavam escondidos aqui na Capital desde o crime, no início do mês de março. As polícias afirmam ainda que os quatros acusados têm várias passagens por crimes como: furto, roubo e tráfico de drogas.

Fotos: Wildes Barbosa

Comunicação Setorial
Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP)
(62) 3201-1004, 3201-1055

 

Compartilhar:
Pular para o conteúdo